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Utopia D - 500 Anos Depois

Dia 13 de Abril às 20h  
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Utopia D - 500 Anos Depois

SINOPSE
Este espetáculo toma como mote o texto “Utopia”, de Thomas More, publicado em 1516. Palavra cunhada por More, “utopia” é fruto de uma fusão do advérbio grego ou - “não” - ao substantivo tópos - “lugar” -, com uma terminação latina. No relato, Utopia é uma ilha recém descoberta, situada em alguma parte do Novo Mundo, cuja descrição é feita por um navegante português, de nome Rafael Hitlodeu.


RELEASE
“UTOPIA D – 500 anos” leva à cena trechos do livro UTOPIA, de Thomas More, publicado em 1516, em que o autor cria uma ilha-reino onde seria possível uma sociedade sem propriedade privada e sem intolerância religiosa, e as condutas sociais seriam regidas pela razão, não pelo autoritarismo do Rei ou da Igreja. Através de um texto do século XVI, a peça faz uma reflexão sobre fatos dos séculos XX e XXI, e sobre as possibilidades da vida em sociedade hoje.
A direção de Moacir Chaves aposta em um espetáculo provocador e bem-humorado, com ênfase na comunicação entre palco e plateia, em busca de uma reflexão conjunta. Para isso, convidou dois atores com muita experiência em comédia e grande desenvoltura no trabalho corporal.



FICHA TÉCNICA
Texto Thomas More
Direção e dramaturgia Moacir Chaves
Atuação: Josie Antello e Julio Adrião
Assistente de direção: Tamie Panet
Música: Tato Taborda
Direção de movimento Josie Antello
Iluminação: Aurélio de Simoni
Figurinos: Inês Salgado
Fotografia Daniel Barboza
Produção e Design Fernando Alax
Realização Julio Adrião Produções Artísticas

CURRÍCULO EQUIPE
Josie Antello cursou a UNIRIO onde se formou em Artes Cênicas, habilitação em Interpretação Teatral em 1993. No final deste mesmo ano foi trabalhar com a companhia de teatro THEATERmërz em Graz, na Áustria, onde morou e trabalhou por três meses. Em março de 1994 foi para Faenza, na Itália, onde trabalhou como Atriz e Professora de Teatro por 4 anos com a companhia TEATRO DUE MONDI. Como parte integrante do Teatro Due Mondi viajou por toda a Itália e por vários países da Europa com 6 espetáculos, demonstrações de trabalho e conduzindo cursos. Voltando ao Brasil entrou para a companhia teatral “Péssima Companhia”, dirigida por Moacir Chaves, com quem fez os espetáculos: “BUGIARIA”, “A RESISTÍVEL ASCENSÃO DE ARTURO UI”, de Bertolt Brecht, “O SERMÃO DA QUARTA-FEIRA DE CINZA”, do Padre Antônio Vieira, e “UTOPIA”, de Thomas More; ente outros. Desde 2010 integra o elenco do espetáculo “DOIDAS E SANTAS" de Martha Medeiros, direção Ernasto Piccolo, com Cissa Guimarães e Giuseppe Oristanio.


Julio Adrião (1960) é carioca, ator, produtor e diretor teatral. Formado pela CAL em 1987, trabalhou seis anos na Itália, com foco no treinamento físico do ator, nas Cias Teatro Potlach de Fara Sabina, Abraxa Teatro e Qabaloquá, ambas de Roma. De volta ao Brasil em 1994, integrou o trio cômico Cia. do Público até 2002, atuou, produziu e dirigiu espetáculos de teatro. Com diversas participações em curtas e longas no cinema e séries na TV, ganhou o Prêmio Shell/RJ de melhor ator em 2005, com o solo narrativo “A descoberta das Américas”, de Dario Fo. Desde 2007, ministra a oficina Narrativa física solo. No Teatro, trabalhou como ator com os diretores Moacyr Góes, Fábio Junqueira, Lucia Coelho, Mauricio Abud, Isabella Irlandini, Dudú Sandroni, Márcia do Valle, Sidnei Cruz, Alessandra Vannucci e Ivan Sugahara. Como Diretor, dirigiu “Roda saia, gira vida”,
(Prêmio Mambembe 1994 – 10 melhores espetáculos), a Ópera “O Elixir do Amor” (UFRJ 1996), o solo “Roliude” 2009), “O casamento de Hermelinda” (2011 – Passo Fundo/RS) e “Blefes excêntricos” (2013). Na TV, participou das Séries, Amazônia, As Brasileiras, Poema Sujo, Dois irmãos e As melhores entrevistas do Pasquim.


Moacir Chaves é formado em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni- Rio), instituição em que concluiu seu mestrado e doutorado. Dirigiu diversos espetáculos, entre eles, “Labirinto”, “A Negra Felicidade” e “O Controlador de Tráfego Aéreo”, com o grupo Alfândega 88; “2.500 por Hora”; “A Lua Vem da Ásia”, com Chico Diaz, “O Jardim das Cerejeiras”, com Deborah Evelyn; “Macbeth”, com Bruce Gomlevsky; “Lavanderia Brasil”, com Felipe Camargo; “Dom Quixote e a Duquesa”, ópera de Boismortier; “Utopia”, com Dani Barros; “Fausto”, com Fernando Eiras; “Por Mares Nunca Dantes”, com Tonico Pereira; “Inutilezas”, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes; “A Resistível Ascensão de Arturo Ui”, com Luiz Fernando Guimarães e Oswaldo Loureiro; “Bugiaria”, com Josie Antello e Orã Figueiredo; “O Altar do Incenso”, com Marília Pêra; “Dom Juan”, com Cacá Carvalho; “Sermão da Quarta-feira de Cinza”, com Pedro Paulo Rangel; e “Esperando Godot”, com Rogério Cardoso e Denise Fraga.