Violência Simbólica e Empoderamento: mulheres que ocupam cargos de direção em centros universitários1

Autores

  • Cristiane Chaves Caldas Centro Universitário Unihorizontes – Belo Horizonte / MG
  • Marlene Catarina de Oliveira Lopes Melo Université Paris-Dauphine / França e Reitora do Centro Universitário Unihorizontes – Belo Horizonte / MG
  • Ana Lúcia Magri Lopes Centro Universitário Unihorizontes – Belo Horizontes / MG

Palavras-chave:

Empoderamento feminino, violência simbólica, mercado de trabalho.

Resumo

Mesmo com o aumento das mulheres no mercado de trabalho, ainda assim, existe um afunilamento hierárquico proveniente de barreiras para o comando das organizações. A elaboração do presente artigo objetivou analisar junto ao grupo pesquisado a percepção da existência de empoderamento e/ou da vivência simbólica no cotidiano de trabalho de mulheres que ocupam cargos de alta direção em Centros Universitários, localizados em Belo Horizonte, Minas Gerais. Optou-se pela pesquisa qualitativa, descritiva, do tipo estudo de campo com entrevistas utilizando roteiro semiestruturado. Os resultados em relação ao grupo pesquisado sugerem a existência do processo de empoderamento feminino, a influência de cada fator do modelo proposto por Melo (2012) vivenciado nas organizações evidencia ora o empoderamento - a mulher já se recoloca no mercado profissional, mostra atitudes do seu potencial, das suas decisões; ora a violência simbólica, incorporada pelo senso comum como algo natural. No mesmo ambiente em que a mulher pode vivenciar o empoderamento, as práticas do dia a dia podem reproduzir a violência simbólica.

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Publicado

2018-07-17

Edição

Seção

Artigos