Cartografia de controvérsias como procedimento metodológico.

Mapeando processos culturais em uma associação de artesãos de Maria da Fé, MG

Autores

  • Adilson da Silva Mello Universidade Federal de Itajubá
  • Guilherme Garrido Universidade Federal de Itajubá
  • Camila Lorrichio Veiga Universidade Federal de Itajubá

Resumo

O presente artigo tem como objetivo demonstrar a utilização da cartografia de controvérsias como método. Essa pesquisa tem por locus a associação Casa do Artesão Mariense, localizada cidade de Maria da Fé/MG, e todos os atores que se relacionam a ela nos vários momentos da rede. Com a dúvida se era possível utilizar a cartografia de controvérsias como método, realizou-se o mapeamento de uma das controvérsias que apareceram durante a pesquisa: sobre a permanência da associação no local atual, o Centro Cultural. Com o mapeamento de dados, realizou-se uma série de redes traçadas pelos atores para uma visualização facilitada da complexidade da controvérsia. Consegue-se concluir que por meio de uma demonstração virtual as possibilidades de visualização na rede possam a ser ampliadas e também que essa visão auxilie na visualização da movimentação da rede e atores e onde/como agem.

Biografia do Autor

Adilson da Silva Mello, Universidade Federal de Itajubá

Professor Adjunto IV da Universidade Federal de Itajubá. Possui graduação em Filosofia, mestrado em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999) e Doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008). Professor, Pesquisador e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade. Áreas de interesse: Tecnologias e Sociedade; Trabalho; Cultura e Desenvolvimento. Coordenador do GEPE de Ciências Sociais e Desenvolvimento do Instituto de Engenharia de Produção e Gestão da Universidade Federal de Itajubá.

Guilherme Garrido, Universidade Federal de Itajubá

Mestrando em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) com bolsa CNPq. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas (FACESM) (2013). Pesquisa sobre a relação entre artefatos e tecnologia. Atua principalmente nos seguintes temas: Tecnologia e Sociedade, tendo como grande área Sociologia.

Camila Lorrichio Veiga, Universidade Federal de Itajubá

Mestrado em andamento em Desenvolvimento, Tecnologia e Sociedade na UNIFEI e bolsista FAPEMIG. Graduada em Design pelas Faculdades Integradas Teresa D'Ávila (FATEA). Foi bolsista PIBIC e PIBITI na FATEA. Pesquisa e Desenvolvimento nas áreas de design de produto, cartografia de controvérsias e teoria ator-rede. Como trabalho de monografia, estudou a otimização da produção de uma movelaria em Lorena/SP por meio de uma catalogação informatizada e gestão de produtos elaborados na mesma. Escritora com dois livros publicados e membro da Academia Jovem de Letras de Lorena.

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Publicado

2018-03-30

Edição

Seção

Artigos